A poucos dias da estreia de "Desastre Nu", de António Aragão, e agora já no palco da Casa das Mudas, continuam os ensaios dos actores, principais e figurantes, conjugados com todo o trabalho de luz e som que a peça requer. Eis alguns dos momentos dos ensaios...
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Apresentação do Elenco
Para "Desastre Nu" a companhia conta com alguns dos seus habituais membros mas, como já vai sendo hábito, volta a promover novas caras, cumprindo com o seu objectivo de alargar a experiência teatral ao mais vasto público.
Aproveitando a primeira visita da Companhia no palco do Centro Cultural Casa das Mudas, "Desastre Nu" conta também com a participação especial do Grupo de alunos do núcleo de teatro da Escola Básica e Secundária da Calheta.
Assim o elenco está organizado da seguinte forma:
Aproveitando a primeira visita da Companhia no palco do Centro Cultural Casa das Mudas, "Desastre Nu" conta também com a participação especial do Grupo de alunos do núcleo de teatro da Escola Básica e Secundária da Calheta.
Assim o elenco está organizado da seguinte forma:
Sandro Nóbrega - Militar Superior e ReiFigurantes:
Marco Ribeiro - Militar Subalterno e Ministro da Guerra
Nuno Santos - Professor
Celina Pereira - Penélope, Miss, Julieta e Rapariga
Filipe António - Sacerdote
António Neto - Comerciante
André Carvalho - Mecânico
Ricardo Sales - Ajudante
Ana Luísa Pereira
Cláudia Sequeira
Carolina Silva
Mara Silva
Fabiana Andrade
Ilda Ventura Figueira
Vítor Samuel Balanco
"Desastre Nu" - 1º Dia na Casa das Mudas
Continuam os preparativos para a apresentação da peça "Desastre Nu", o novo trabalho de palco da Companhia, inserido no mais vasto projecto que é o (Re)Encontro com António Aragão. Desta vez o cenário é já o Centro das Artes Casa das Mudas, na Calheta, onde a Companhia já assentou arraiais com vista à estreia na próxima sexta-feira, dia 14. Eis algumas imagens do momento...
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A propósito do Texto Desastre Nu
Desastre Nu é um espectáculo que se integra no projecto Re(Encontro) com António Aragão apresentado pela Companhia em Junho de 2008 e pretende ser uma forma de recordarmos e darmos a conhecer aos jovens este grande nome da cultura madeirense. Este projecto, feito em parceria com a Secretaria Regional de Educação e Cultura, cumpre também os objectivos do Plano Regional de Leitura, destacando o teatro como um meio importante de incentivo à leitura e à reflexão e promovendo o interesse por diferentes áreas do saber, com especial afinidade pela das expressões e das técnicas de palco.
Desastre Nu é a única peça de teatro escrita por António Aragão em 1981 e mereceu o segundo lugar de um concurso promovido pelo Ministério da Cultura. A nossa atenção para este texto deve-se não só ao facto de ele fazer parte da lista dos textos dramáticos indicados no Plano Regional de Leitura, mas, sobretudo, à actualidade das temáticas nele abordadas, sem dúvida, um contributo à formação do jovem enquanto cidadão interventivo. Num texto, que o dramaturgo dividiu em quatro episódios, denuncia-se a luta desmedida pelo poder, à hipocrisia religiosa e à manipulação dos mais fortes sobre os mais fracos e resignados, tal como observamos, por exemplo, em Felizmente há Luar! de Luís de Sttau Monteiro ou ao longo das páginas do Memorial do Convento de José Saramago.
Em Desastre Nu, toda a humanidade é posta à prova, desde os tempos áureos dos gregos peripatéticos até à sociedade podre e artificial dos nossos dias, comprovada pela tese de um professor muito estranho: “a humanidade cheira mal. Nós pertencemos à humanidade, é de crer que também estejamos a cheirar mal, ou seja, a apodrecer.”
Afinal, nada mais do que a nossa condição humana…
Desastre Nu é a única peça de teatro escrita por António Aragão em 1981 e mereceu o segundo lugar de um concurso promovido pelo Ministério da Cultura. A nossa atenção para este texto deve-se não só ao facto de ele fazer parte da lista dos textos dramáticos indicados no Plano Regional de Leitura, mas, sobretudo, à actualidade das temáticas nele abordadas, sem dúvida, um contributo à formação do jovem enquanto cidadão interventivo. Num texto, que o dramaturgo dividiu em quatro episódios, denuncia-se a luta desmedida pelo poder, à hipocrisia religiosa e à manipulação dos mais fortes sobre os mais fracos e resignados, tal como observamos, por exemplo, em Felizmente há Luar! de Luís de Sttau Monteiro ou ao longo das páginas do Memorial do Convento de José Saramago.
Em Desastre Nu, toda a humanidade é posta à prova, desde os tempos áureos dos gregos peripatéticos até à sociedade podre e artificial dos nossos dias, comprovada pela tese de um professor muito estranho: “a humanidade cheira mal. Nós pertencemos à humanidade, é de crer que também estejamos a cheirar mal, ou seja, a apodrecer.”
Afinal, nada mais do que a nossa condição humana…
Os Coordenadores:
Conceição Gonçalves
Maria José Costa
Sandro Nóbrega
Conceição Gonçalves
Maria José Costa
Sandro Nóbrega
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Cartaz apresentado
Já foi divulgado o cartaz para o novo trabalho da Companhia "DESASTRE NU", que estreia próximo dia 14 de Novembro, na Centro das Artes Casa das Mudas, na Calheta. A autoria é de Alexandra Fonseca.
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