domingo, 10 de maio de 2009

Passeio ‘10 Anos Contigo’


PROGRAMA
* 7.30h – Concentração no largo do colégio
* 8h – Partida do autocarro do Largo do Colégio
– Passeio: Levada dos moinhos - Achadas da Cruz - Lamaceiros
– Chegada aos Lamaceiros - Almoço
– Actividades de convívio
* 18h – Regresso dos Lamaceiros para o Largo do Colégio
* 22h – Convívio Nocturno (a confirmar)

Informações úteis:

Montante: 10 euros/passeios
Duração: 3 horas
Dificuldade: 2 pés
Almoço incluído: Sopa de Trigo

Nota: é necessário levar pratos, talheres e um lanche, assim como tudo o resto que achem pertinente.

Inscrições:
tel: 961547143 / 913920071
email: geral@contigoteatro.com

Mais informações:
www.contigoteatro.com

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Fotos da Missa Comemorativa

(clicar para aumentar)

No sábado, dia 18 de Abril, pelas 18 horas, na Paróquia do Imaculado Coração de Maria, e no âmbito do programa de aniversário da Companhia, realizou-se uma missa comemorativa dos 10 anos da Contigo Teatro.

Veja as fotos.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Contigo Teatro - 10 anos


São, nada mais, nada menos, dez velas que estão sobre o bolo de aniversário que a Companhia Contigo Teatro partilha com todos aqueles que connosco decidiram partir em várias aventuras e partilhar um mar de experiências… a todos um muito obrigado!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Missa Comemorativa


No sábado, dia 18 de Abril, às 18h, na Paróquia do Imaculado Coração de Maria, realizar-se-á uma missa comemorativa dos 10 anos da Companhia. Venha celebrar connosco.

domingo, 12 de abril de 2009

Actividades Comemorativas “10 Anos Contigo”

É com imensa alegria, com um profundo sentido de humildade, mas também de satisfação e de força de vontade, que vos convidamos a participar nesta nossa festa dos 10 anos da Companhia. Queremos, convosco, celebrar o que já fizemos e partilhar este sentimento de que ainda muito temos a dar ao panorama artístico da Madeira.

Muitas das actividades previstas, já calendarizadas, serão oportunamente divulgadas com todos os pormenores, tanto no nosso site, como na comunicação social.

Se, por um lado, queremos voltar a trabalhar com muitos daqueles que já connosco partilharam aventuras e experiências, queremos também abrir os nossos horizontes e dizer a todos aqueles que se queiram associar a nós que estamos ansiosos por vos receber.

Confira abaixo o plano das Actividades Comemorativas dos 10 anos da Associação:

(clique para aumentar)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Frases escolhidas


No âmbito do projecto (Re)Encontro com António Aragão, com vista a abordar a obra deste autor madeirense e dentro da programação das diferentes actividades realizaremos este Concurso de Artes Plásticas.

Recomendamos aos educadores e aos professores que desenvolvam a unidade de trabalho tendo em conta os interesses dos alunos, partindo da interpretação de algumas frases da obra Desastre Nu de António Aragão, interpretando criticamente as frases escolhidas, de modo a que a obra deste artista seja uma plataforma para diálogo e questionamento sobre aspectos contextuais, temáticos e formais. Por exemplo:

- ‘Sim. Venho de muito longe. De tão longe que quase perdi a noção do tempo. Isto é, do passado e também do presente. Apenas dou pelo futuro. Por isso ando. Continuo andando.’ - Penélope.


As outras frases sugeridas são:

TERCEIRA VOZ: Também o coração que trago não me pertence. Juro que não é meu. Não o sinto como dantes sentia. Certamente mudaram por outro enquanto dormia descuidado. Mas vou queixar-me à polícia. Contar às pessoas influentes. Já não há respeito por nada. Safados. Agora são outros que sentem o que dantes sentia.

OITAVA VOZ: Nem apetece reclamar. É de mais o que se passa. Tudo o que me rodeia não só cheira mal como cheira a falso. Confesso a minha profunda tristeza. Mas basta dizer-lhes que me tiraram o baço e no seu lugar meteram-me um demónio confuso e louco. Não julguem que minto. Estou enlatado mas ainda sinto.

MILITAR SUBALTERNO: Sempre gostava de saber se a guerra acabou ou se vai começar. Não compreendo muito bem o que se passa.

MILITAR SUPERIOR: És parvo. Por mais que te ensine não aprendes. Confundes tudo. Não te recordas dos livros de história da escola? Quase só falavam de guerras e dos homens ligados a elas. A história da humanidade é a história das guerras. Também trago os pés inchados. Depois de descansar vamos comer qualquer coisa.

PROFESSOR: Fala! Deu resultado. Fala! Descobriiiiiiiiiiii. Góóóóóóóóóóólo. Quem sou? Um professor. Embora possa não parecer, sou professor. Vê como me entende?

PENÉLOPE: Para mim é o único tempo possível. Como poderei dizer? É um tempo que trago comigo. Que me pertence. Que me rói por dentro. Que faz parte do que sou. Um tempo interior. Como hei-de explicar melhor? Assim como um tempo sem relógio nem calendário.

PENÉLOPE: Claro que sim. Será um produto novo e de grande qualidade. Então para militares em combate nem se fala. Fornece maior bem-estar à cabeça e, por conseguinte, maior possibilidade mental de ataque e defesa.

MILITAR SUPERIOR: Não. Não Garanto-lhe que não encontrámos o seu marido. E este é só parecença. Está longe de qualquer dúvida. Nunca podia ser um comandante. Aliás não passa dum simples militar subalterno sem quaisquer qualidades especiais. Pode ter a certeza. Se tivesse encontrado o seu marido certamente que lhe dizia.

MILITAR SUBALTERNO: Nunca pensei que ela gritasse daquele modo. Até parecia histérica. Quase já havia esquecido que me chamavam Ulisses lá em casa antes de vir para a guerra. Quem havia de dizer que depois de tantos anos me iria acontecer uma coisa destas? Ela gritou inesperadamente e de tal forma que não me pude conter. Parece histérica.

PROFESSOR: Mas lá por isso não quer dizer que não seja professor. Posso dar lições sem ser em escolas. O importante reside no saber para ensinar. Como os antigos peripatéticos. Nunca ouviu falar nos peripatéticos?

PROFESSOR: (Um tanto mais aliviado) No fundo somos todos iguais. A prova básica dessa igualdade, que tanto se discute, reside principalmente no cheiro comum. Se, em vez de discutirem, as pessoas se cheirassem, muitos equívocos acabariam. Refiro-me principalmente à controvérsia sobre as teorias a favor ou contra a igualdade social. Bastava fazer como nós: cheiravam-se.

MISS: Igualdade? Mas eu sou mulher e o senhor é homem. Sou mais baixa, possuo outro tipo de cabelos, de olhos e de boca, além de muitas outras diferenças, como até de pensamento. Ainda por cima você é professor.

MISS: Já agora você não sabe onde nos encontramos? Agora que estamos mais próximos um do outro, seria bom ajudarmo-nos. Não faz realmente ideia que lugar é este?

SACERDOTE: Talvez consiga ajudar. Trago comigo bons perfumes que posso queimar e melhora o ambiente.

PROFESSOR: (Em voz alta para a Miss ouvir) Até temos perfume para o Concurso. Ah, como eu aprecio a profundidade perfumada da religião! Uma religião sem perfume não seria religião. As invenções e as modas desta sociedade de consumo põem de parte muitas coisas boas para nos impingirem produtos falsificados. Vendem de tudo nos supermercados mas nada de genuíno como o perfume da religião.

MECÂNICO: Posso também ser útil de alguma maneira? Prestar algum serviço? Qualquer coisa para consertar? Banheiras entupidas, fechaduras estragadas, canos de água arrebentados, algumas pequenas avarias ou soldaduras diversas? Em geral trabalho com ferro.

COMERCIANTE: De acordo. Mas gostaria que me explicasse qual é a ordem estabelecida para não cometermos faltas.

PROFESSOR: É muito fácil. A ordem estabelecida reside no respeito pelo que está estipulado anteriormente por nós. Não concordam?

COMERCIANTE: Por enquanto não trago nada. Aguardo uma oportunidade. Pretendo comprar para depois então vender. Mas não consigo encontrar mercadoria que valha o empate de dinheiro com uma margem aceitável de lucro.

PROFESSOR: Não percebo. Será mesmo um ajudante? Parece-se, de facto, com um ser humano mas, devido ao exagerado trabalho a que o obrigam, é muito possível que tenha sofrido profundas transformações mentais e só aparentemente se assemelhe. Talvez esteja até a atravessar alguma fase importante de mutação biológica. Quem sabe? Algum estádio intermediário entre a besta e o homem.

MECÂNICO: Nem os perfumes deste senhor conseguem abafar o mau cheiro do ajudante. Se ele continuar sempre amarrado o cheiro aumenta concerteza. Eu propunha que se realizasse uma troca. Desamarrava-se o ajudante e prendia-se, no seu lugar, o comerciante. O primeiro descansava melhor e o cheiro abrandava enquanto o comerciante seria obrigado a permanecer quieto, o que também contribuía para a diminuição do seu cheiro.

SACERDOTE: Também estou de acordo. Desde que a maioria esteja de acordo sou da mesma opinião, embora não perceba muito bem destes assuntos.

MILITAR SUBALTERNO: Não há nada que pague o descanso. Às vezes penso que certa atracção ou nostalgia que sinto pela morte deve ter no descanso a sua principal razão de ser. Quando um tipo morre começa logo a descansar.

MILITAR SUPERIOR: Mas refiro-me a pequenos objectos de devoção particular. Nem um para amostra. É realmente suspeito. Todas as precauções a tomar são poucas. Bem sei que a religião nos últimos tempos mudou muito. O uso dos objectos religiosos reduziu-se ao indispensável. Abreviou-se.

JULIETA: Também nunca mais vi televisão. Passava as noites mergulhada no escuro solitário e torturado dos meus pensamentos. Inúmeras pessoas que fui encontrando pelos caminhos gemiam e queixavam-se como de costume, por causa do custo da vida piorar de dia para dia. Mas nem uma conversa inteira recordar eu posso. A minha dor não permitia que desse atenção à desgraça alheia.

JULIETA: Não me julguem mal. Talvez pensem que não passo duma inútil. Uma rapariga que apenas procura o Paraíso Perdido para se sentar numa cadeira de baloiço e estender as pernas pela eternidade fora. Estender as pernas e nunca fazer nada.

COMERCIANTE: Lá isso não. Mantenho intacta a minha moral. Comércio clandestino de armas não é comigo. Negoceio com mercadorias normais. Prefiro não correr grandes riscos ao contrário do que muitos fazem. Pouco mas seguro.

RAPARIGA: A tua cabeça é a minha cabeça. Reconheço-a pelos antigos caracóis loiros de que minha mãe falava. As tuas mãos são as minhas mãos. Sentes agora as carícias que neste momento faço? As tuas pernas são precisamente as minhas pernas. Tenho a certeza. Roubaste-me o espaço que vai dos meus pés até ao sexo. E tu olhas o que olho com os olhos que me pertencem. São meus os teus olhos. São meus. E aquele usa os meus braços. Minto embora não pareça. Se minto é porque a verdade dele mente.

REI- Reformas. Urge grandes reformas. Para já as reformas da inflexão, da filiação, da insubordinação, da contaminação e da maldição. Também seria de programar a reconversão do lixo a médio e longo prazo conforme os estômagos. E porque não um regime experimental de macrobiótica para os mais necessitados? Esta lixeira é real.

REI: Já estou farto de gastar saliva contigo. Se continuas na mesma demito-te já de ministro. Trata-se de paz e guerra ao mesmo tempo. Pronto. Mas não penses. Cá estou eu para pensar por ti. Se me elegeram rei compete-me reinar e tu obedeceres.

MINISTRO DA GUERRA: Já vos posso informar que as opiniões andam, em geral, muito alteradas e divididas. Uns naturalmente querem o rei mas outros são contra e até discordam e contestam o processo da eleição real. Palpita-me que, dum momento para outro, possam surgir certas violências e mesmo alguma sublevaçãozinha.

SACERDOTE: Prometo-vos também que continuaremos a apoiar-vos, tapando os ouvidos e cerrando as bocas.

REI: Precisamente. Ah, o meu instrumento favorito. Como vê, serve para tudo. Abre latas, limpa unhas, tem uma pequena lima e descasca toda a espécie de fruta quando há ou quando se encontra barata no mercado. É o que resta do meu património paterno.

COMERCIANTE: Confirmo que se trata de mercadoria importante. Embora pareçam pedaços de coisas sem nexo são dignos da maior consideração. Garantiram-me que fizeram parte do Paraíso Perdido.

MINISTRO DA GUERRA: (Entra perturbado) Notam-se movimentos estranhos junto de algumas lixeiras. Segundo informações recolhidas, parece tratar-se dum movimento revolucionário reivindicativo. Fala-se em maiorias que estão a alastrar cada vez mais de lixeira em lixeira.

RAPARIGA: Para falar verdade nada tenho a contar de suspeito. Vi gente descontente como é costume. Gente armada também se vê sempre. Mas nunca sei de que lado. Ando de lixeira em lixeira e nas lixeiras passa-se quase sempre o mesmo. Os cheiros é que me parecem cada vez mais intensos.

REI: Sem dúvida que se pode considerar muito bonita. Mas isso não basta. Há muita gaja boa por aí. Então havia anjos a dar com um pau. Desculpe falar assim, mas ultimamente ando um tanto nervoso.

REI: Ingratos! Não calculam os sacrifícios de quem governa. Basta esta obrigação de me sentar constantemente no mesmo trono, quando eles, no teatro, sentam-se onde querem e numa cadeira mais cómoda do que esta. Ingratos! E, depois, para que servia um anjo nesta ingrata ocasião? Os anjos não substituem as armas.

SACERDOTE: Seria ir contra a ordem estabelecida, o que nunca foi norma do poder superior. Além disso, também não faz sentido que fosse contra quem pretendeu recompor o Paraíso Perdido.

COMERCIANTE: Garanto que falo verdade. Trata-se duma espécie de salvação. Mesmo que suceda o pior ainda se poderia negociar a reedificação do Paraíso Perdido pelo menos, num outro sítio. Propor o projecto a alguma grande empresa ou a uma dessas companhias multinacionais.

PROFESSOR: Cuidado. Pretendemos sossego e ordem. Que ninguém ouse cometer desacatos ou tente revoltar-se. Será imediatamente castigado. Nada de revoltas.

PROFESSOR: Está enganado. Nós é que mantemos o poder nas nossas mãos e, portanto, revoltosos ou revolucionários são agora os que não têm o poder ou não obedecem às nossas ordens.

SACERDOTE: Compreendo perfeitamente a vossa causa. Espero que compreendam a nossa. Poderei também continuar a missão que me foi confiada?

RAPARIGA: Conservo uma certa lembrança. Embora dantes me tivessem chamado Julieta, a verdade é que sempre fui fiel ao meu marido que há muitos anos partiu para uma interminável guerra e ainda não voltou.

PROFESSOR: A situação não se esclarece facilmente. Somos um desastre nu. Devido ao incomodativo cheiro que tudo exala, determino a intensificação dos perfumes. Todos cheiramos mal. Este cheiro pertence a todos. Apodrecemos. É a nossa metamorfose final. Vá, cheiremo-nos uns aos outros. (Cheiram-se como se pela primeira vez se encontrassem) Todos unidos pelo mesmo cheiro sem distinção de classes.

REI: Mas que conseguirei fazer no futuro já que não me permitem ser rei? Não poderei usufruir duma reforma ou então ser saneado com o vencimento por inteiro? Não sei fazer outra coisa senão ser rei.

in "DESASTRE NU", de António Aragão

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Regulamento do Concurso


R E G U L A M E N T O



1-Enquadramento
É um concurso integrado no projecto da Associação Companhia Contigo Teatro a decorrer durante o ano lectivo 2008/2009, aberto à participação de todos os jovens que frequentem escolas públicas ou privadas do Ensino Secundário e Superior, tendo como tema frases relacionadas com a obra Desastre Nu de António Aragão.

2-Objectivos
O concurso tem como objectivos sensibilizar os jovens para a interpretação/ análise da obra de António Aragão e incentivá-los a desenvolver e valorizar competências técnicas e de criatividade no âmbito das Artes Plásticas.

3- Condições Gerais de Participação
3.1-Os trabalhos a concurso deverão obedecer à interpretação/ilustração de frases da obra de António Aragão e serem executados em suporte de papel ou cartão formato A3 ou A2.
3.2-Não existem restrições em termos de técnicas, podem ser enviados desenho, pinturas, colagens ou outros desde que sejam facilmente transportáveis pelo correio.
3.3-Os trabalhos a concurso deverão ser entregues devidamente acondicionados, de forma a evitar qualquer dano, e identificados no verso da obra (canto superior direito) com os seguintes dados:

a) Frase escolhida.
b) Pseudónimo do autor.

3.4-Cada trabalho será ainda acompanhado por um envelope fechado, contendo os seguintes dados:

a) Nome do autor
b) Pseudónimo do autor
c) Frase escolhida.
d) Número de BI
e) Telefone/Telemóvel
f) E-mail
g) Morada completa
h) Escola que frequenta
i) Data de nascimento

3.5- Os concorrentes podem apresentar-se individualmente ou em equipas constituídas até ao limite de 3 participantes.
3.6- Cada participante individual ou em equipa poderá apresentar até 2 trabalhos.

4 - Entrega dos trabalhos
4.1 – A inscrição será feita até ao dia 28 de Março de 2009, enviando os dados através do preenchimento de uma ficha de inscrição disponibilizada no site www.contigoteatro.com.
4.2 – Após o preenchimento e envio da ficha de inscrição, os trabalhos correspondentes terão que ser enviados até ao dia 31 de Março de 2009, através de correspondência validada pela data inscrita no carimbo dos CTT, ou entregues em mão na seguinte morada:

Associação Companhia Contigo Teatro,
Caminho de Ferro, nº 132 casa 4
9050 – 208 FUNCHAL

5 - O Júri
5.1 – Os trabalhos serão apreciados por um júri constituído por 4 elementos com formação em Artes Plásticas: 1 elemento da Direcção da Companhia Contigo Teatro; 2 artistas plásticos residentes na RAM; 1 docente da UMa. Também fará parte do júri 1 representante da entidade patrocinadora, perfazendo, assim, um total de 5 elementos.

Data da reunião do júri: 16 de Abril de 2009
Data de divulgação dos resultados: 17 de Abril de 2009
Data da exposição dos trabalhos: de 15 a 30 de Junho

5.2 – Ao júri reserva-se o direito de não atribuir prémios se a falta de qualidade dos trabalhos o justificar e de atribuir prémios ex aequo.
5.3 – Do resultado do concurso o júri lavrará a correspondente acta fundamentada, que será assinada por todos os seus membros, altura em que também será divulgado o resultado no site da Companhia.
5.4 – Todas as situações não previstas no presente Regulamento, sobre as quais haja eventual necessidade de regulamentação específica, serão da exclusiva competência do Júri.

6 - Prémios
6.1 - Serão atribuídos prémios aos 2 concorrentes melhor classificados nas duas categorias: Ensino Secundário e Superior:
6.2 – Os prémios serão:

-Ensino Superior:
1º Prémio - 500 Euros
2º Prémio - 200 Euros
-Ensino Secundário:
1º Prémio - 200 Euros
2º Prémio - 100 Euros

6.3 - Os prémios para as equipas serão divididos em partes iguais pelos membros das equipas.
6.4 – Será feita uma Exposição com todos os trabalhos enviados em data e local a anunciar brevemente no site da Companhia Contigo Teatro. A cerimónia de Entrega dos Prémio terá lugar no dia da abertura da exposição em local e data a anunciar no site da Companhia Contigo Teatro.
6.5 – Os concorrentes premiados serão avisados através de notificação à Escola ou ao próprio e serão informados sobre a hora e dia de entrega de prémios.
6.6 – A cerimónia de Entrega dos Prémio terá lugar no dia da abertura da exposição em local e data a anunciar no site da Companhia Contigo Teatro.
6.7 - Os trabalhos premiados ficarão a fazer parte do espólio da entidade promotora.
6.8 - Os interessados poderão solicitar esclarecimentos adicionais, através do seguinte endereço electrónico: geral@contigoteatro.com.

7 - Certificados e Diplomas de Mérito
7.1 - Será entregue a todos os concorrentes um Certificado de Participação.

8 - Direitos de Autor e Direitos de Utilização
8.1 - À Associação Companhia Contigo Teatro reserva-se o direito de edição sobre os trabalhos apresentados a concurso, com possibilidade de ceder esses direitos a terceiros, e de publicação sem limitação do número de exemplares nem de edições. Os exemplares assim editados e publicados estarão isentos do pagamento de direitos de autor.
8.2 - Os autores dos desenhos e pinturas apresentados a Concurso renunciam expressamente a qualquer pretensão sobre esses direitos.